Segunda-feira, 13 de Junho de 2011
Cágado de carapaça estriada

Nome:Cágado de carapaça estriada

Nomes regionais:Cágado

Família:Emydidae

Espécie:Emys orbicularis

 

 

Distribuíção

O cágado-de-carapaça-estriada ocorre na Europa e Norte de África, designada- mente em Marrocos, na Tunísia e na Argélia. Na Europa, distribui-se por núcleos dispersos na Península Ibérica, na Europa Central e de Este. No entanto, conside- ra-se  que  não  existem  populações  autóctones  na  região  Este  de  França,  na Holanda, no Oeste da Alemanha, Dinamarca e Suíça e em quase todo o território.
da  Áustria  e  da  República  Checa.  Distribui-se  também  pela  região  ocidental  da Ásia, do Noroeste do Irão e Iraque ao Norte da Síria . Em Portugal a sua distribuição é fragmentada. Numa análise por bacias hidrográfi- cas, os resultados indiciam que esta espécie é mais rara a norte do rio Tejo, estan- do  referenciadas  populações  no  Paul  da  Tornada,  nas  Lagoas  do  Prado  (Vila Verde) e na área do Douro Internacional. Na bacia do rio Tejo, esta espécie pode ser encontrada no Paul do Boquilobo, nas sub-bacias hidrográficas dos rios Ponsul e Erges e da ribeira de Nisa. As bacias hidrográficas mais importantes para esta espécie são a do rio Guadiana, entre os rios Mira e Arade e entre os rios Arade e Guadiana.

 

Alimentação

Os cágados, regra geral, alimentam-se dentro de água. Comem plantas, insectos, peixes, moluscos, e mesmo fruta caídas das árvores.

 

Reprodução

A fêmea põe à volta de 15 ovos em Maio ou Junho numa cova que escava na terra. Após a postura, a cova é tapada. Os ovos são muito sensíveis, basta virá-lo de posição para matar de imediato o embrião. Em meados de Outubro ou Novembro nascem as crias com mais ou menos 3,5 cm e a carapaça mole.



publicado por ermalemfotos às 12:54
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Ganso Bravo

 

 

Nome: Ganso Bravo

Nomes regionais: Ganso-comum-ocidental e Ganso Bravo

Família: Anatidae

Espécie: Anser anser

 

 

Distribuíção

É o mais comum dos gansos no Paleárctico Ocidental, onde possui uma distribuição alargada. A espécie distribui-se na Eurásia, desde a Islândia até ao Noroeste da China e para sul até ao Norte de África, Índia e China Meridional. Durante o Inverno, ocorre no Sudoeste e Noroeste da Europa, Norte de África, Iraque e Sul do Cáspio, até Sul da Ásia. Alguns indivíduos da população migradora do noroeste da Europa passam o Inverno em Portugal. Ocorrem com regularidade nos Estuários do Tejo e do Sado e na Lagoa dos Patos junto à barragem de Odivelas, embora seja no Estuário do Tejo que ocorre a quase totalidade dos efectivos invernantes. Ocasionalmente ocorre igualmente em número re- duzido na Ria de Aveiro e na Ria Formosa.

 

Alimentação

Alimenta-se arrancando ervas e rebentos do solo; às vezes, escava procurando raízes.

 

Reprodução

O ganso-bravo coloca parcialmente 4 a 6 ovos numa ninhada, de Maio a Junho.

 

 



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Segunda-feira, 6 de Junho de 2011
Marta

 

Nome: Marta

Nomes regionais: Marta

Família:  Mustelidae

Espécie:  Martes

 

 

Distribuíção

A Escrevedeira pode ser encontrada na zona Paleártico Ocidental e em zonas montanhosas no Mediterráneo. Em Portugal pode ser encontrada exclusivamente no Alto Minho em particular no Parque Peneda Gerês.

 

Alimentação

A dieta é constituída por borboletas, lagartas, escaravelhos, gafanhotos e moscas. Fora da época de reprodução, diverso material vegetal e sementes de cereal dominam a dieta desta espécie.

 

Reprodução

A Escrevedeira fêmea constroi o ninho no chão ou perto dele escondido junto a uma árvore ou sebe, o ninho é constituído por ervas, pequenos ramos, ervas secas, folhas, musgo e por vezes penugem. A fêmea é que assegura a encubação que se prolonga por 12 a 14 dias. Os machos ajudam na alimentação dos juvenis.



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Terça-feira, 17 de Maio de 2011
Baleia Azul

 

 

Nome: Baleia Azul

Nomes regionais: Baleia Azul

Familia: Balaenopteridae

Espécie: Balaenopteridae  musculus

 

 Distribuição

A baleia-azul ocorre em todos os oceanos, nos dois hemisférios. A sua distribuição é  cosmopolita,  principalmente  ao  longo  do  limite  das  plataformas  continentais. Nos  Açores,  está  presente  durante  a  Primavera  e  início  do  Verão,  provavelmente  em  migração  para  latitudes mais  altas.

 

Alimentação

A Baleia azul come pequenos peixes, lulas e krill, uns pequenos costáceos.

 

Reprodução

A gestação destes animais dura cerca de 12 meses, findos os quais nasce uma cria com 7 ou 8 metros e mais de 2 toneladas.



publicado por ermalemfotos às 09:19
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Segunda-feira, 9 de Maio de 2011
Gato Bravo

 

Nome: Gato bravo.

Nomes regionais: gato-selvagem, gato-cabeçana ou gato-montês.

Familia: Felidae

Espécie: F. silvestris

 

Distribuição

O  gato-bravo  apresenta  uma  distribuição  geográfica  ampla  e  fragmentada,  que abrange a Europa, Ásia e África. Na Europa Ocidental, a subespécie Felis silvestris silvestris  ocorre  na  Península  Ibérica,  Nordeste  de  França,  Luxemburgo,  Sul  da Bélgica, Oeste da Alemanha e no Norte da Escócia.

Alimentação
O gato-bravo come principalmente pequenos mamíferos como roedores (ratos-selvagens) e lagomorfos (coelhos e lebres). Também come aves e, mais raramente, pode se alimentar de répteis, anfíbios e até mesmo de insectos.

 

Reprodução

Os acasalamentos ocorrem no final do inverno, entre janeiro a março. Nessa época os machos mais dominantes copulam com várias fêmeas. Após um período de gestação de entre 63 a 70 dias nascem os filhotes, a maioria entre o final de março e o final de abril. As ninhadas têm entre 3 a 7 crias. As fêmeas tem uma ninhada por ano.

As crias são amamentadas por entre 6 a 7 semanas, e a partir dessa idade começam a se tornar independentes e a buscar um território. As fêmeas alcançam a maturidade sexual aos 9-10 meses de idade, e os machos aos 12 meses.





publicado por ermalemfotos às 13:12
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Águia Imperial

 

Nome: Águia Imperial

Nomes regionais: Aguia dourada e Aguia imperial

Familia: Accipitridae

Espécie: Aquila adalberti


 Distribuição

Actualmente esta espécie está restrita, como nidificante, a Portugal e a Espanha. Em Marrocos está actualmente considerada extinta como nidificante, apenas se observando indivíduos  em  dispersão,  ao  que  se  pensa  provenientes  de  Espanha.

Alimentação

A base da sua alimentação é constituída por coelhos, que caçam solitárias ou em parelha. Também depreda sobre lebres, pombos, corvos e outras aves, e em menor escala raposas e pequenos roedores, podendo alimentar-se ocasionalmente de carne de cadáveres. As capturas são consideravelmente menores que as da águia-real, dado que as garras da imperial não são tão fortes como as da real.

Reprodução

A postura típica consta de quatro a cinco ovos de 130 gramas de peso que são incubados durante 43 dias. É normal desenvolverem-se até três crias, ainda que esta tendência tenha diminuído ao longo dos últimos anos devido ao uso de pesticidas, que aumentam o número de ovos estéreis. Se o ano é mau e há pouca comida, a cria maior monopoliza-a e é a única que sobrevive; não obstante, pode-se dizer que a águia imperial ibérica não pratica o cainismo.



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Segunda-feira, 31 de Janeiro de 2011
Gralha de Bico Vermelho

 

Nome: Gralha de Bico Vermelho

Nomes regionais: Gralha de Bico Vermelho

Família: Corvida

Espécie: Pyrrhocorax pyrrhocorax

 

 

Distribuição

A Gralha de Bico Vermelho pode ser encontrada na Ásia Central e na Europa, com  algumas  populações  em Marrocos,  na Algéria  e  na Etiópia. Na Europa não é comum encontrar grandes populações muito próximas sendo mais facil localizá-las em áreas montanhosas e costas ao longo do Norte do Mediterrâneo. Existem tambem algumas populações isoladas nas Ilhas Britânicas e na Bretanha Francesa. Em Portugal Continental podemos encontrar a Gralha na Costa Sudoeste, nas Serras de Aire e Candeeiros, no Douro Internacional, no Alvão e no Gerês

 

Alimentação

A dieta da Gralha é constituida principalmente por insectos, artrópodes, moluscos e outros invertebrados bem como bagas e sementes.

 

Reprodução

As Gralhas de Bico Vermelho vivem em bandos de 10 a 15 casais e constrem 5 a 7 ninhos. Constrem os ninhos em fendas de rochas, cavidades nas rochas marinhas. Os ninhos são construídos por ambas as aves e para tal utilizam paus e ervas secas. A postura é geralmente de 3 a 6 ovos. Ao fim de 17 a 18 dias nascem as crias. As jovens aves apos 38 dias abandonam os ninhos.

 


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publicado por ermalemfotos às 13:14
editado por AdminAnimaispt em 20/06/2011 às 13:09
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Toirão

 

Nome: Toirão

Nomes regionais: Furão

Família: Mustelidae

Espécie: Mustela putorius

 

 

Distribuição

O toirão ocorre no Norte de África, Marrocos e na Europa, desde a costa atlântica até aos Montes Urais e desde o Sul da Escandinávia aos mares Negro e Mediterrâneo, com excepção dos Balcãs. Em Espanha e Portugal apresenta uma distribuição generalizada embora descontínua.

 

Alimentação

É um predador generalista, mas a sua dieta é claramente carnívora, sendo quase insignificante o consumo de vegetais e de frutos. A essência do seu regime alimentar são os roedores e os lagomorfos (lebre e coelho), tendo como presas secundárias pequenas aves, anfíbios e peixes. Constitui reservas de alimento quando captura mais presas do que aquelas que necessita para consumo imediato.


 Reprodução

A época do acasalamento verificam-se entre Março e Abril, mas este período pode alterar consoante o clima e a latitude. Os machos são poligâmicos e cobrem todas as fêmeas que os aceitam. Ao contrário de muitos outros mustelídeos,. A gestação dura 41 a 42 dias e os partos ocorrem entre Abril e Junho. Podem nascer entre 1 e 12 crias, mas geralmente nascem entre 3 e 7. O desmame verifica-se no final do primeiro mês e tornam-se independentes aos 3 meses.

 



publicado por ermalemfotos às 12:49
editado por AdminAnimaispt em 20/06/2011 às 13:07
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Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011
Lobo Ibérico

 

Nome: Lobo Ibérico

Nomes regionais: Lobo

Família: Canidae

Espécie: Canis lupus

 

 

Distribuição

O Lobo Ibérico como o próprio nome diz pode ser encontrado na Peninsula Ibérico, Portugal e Espanha. A distribuição em Portugal reflecte em grande medida as áreas mais montanhosas, porque apresentam menores densidades populacionais e uma utilização agrícola menos intensiva. Ocorre em florestas e matos temperados, pastagens naturais e artificiais, terrenos agrícolas e plantações.

 

Alimentação

Sua alimentação é muito variada, dependendo da existência ou não de presas selvagens e de vários tipos de pastoreio em cada região. A vida em alcateia permite ao lobo caçar animais bastante maiores que ele próprio. As suas principais presas são o javali, o corço e o veado, e as presas domésticas mais comuns são a ovelha, a cabra, a galinha, o cavalo e a vaca. Ocasionalmente também mata e come cães e aproveita cadáveres que encontra, isto é, sempre que pode é necrófago.

 

Reprodução

A época do acasalamento abrange o final do Inverno e princípio da Primavera. Após um período de gestação de 2 meses nascem entre 3 e 8 crias, cegas e indefesas. As crias e a mãe permanecem numa área de criação e são alimentadas com comida trazida pelo resto da alcateia. Por volta de Outubro as crias abandonam a área de criação e passam a acompanhar a alcateia nas suas deslocações. Os jovens lobos alcançam a maturidade sexual aos 2 anos de idade. Aos 10 anos já são considerados velhos, mas em cativeiro chegam a viver 17 anos.




publicado por ermalemfotos às 13:22
editado por AdminAnimaispt em 20/06/2011 às 13:07
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Cabra Montês

 

Nome: Cabra Montesa

Nomes regionais: Cabra selvagem

Família: Bovidae

Espécie: Capra pyrenaica

 

 

Distribuição

A Cabra Montês encontra-se em Portugal e Espanha, a cabra em Portugal já esteve extinta mas em 1997 foi feita uma reintrodução pela parte da Espanha, e agora podem ser encontradas no Parque Peneda Gerês e na Serra Amarela.

 

Alimentação

A dieta da Cabra Montês é constituída por pastagens naturais e artificiais.


Reprodução

Os animais observados em Portugal pertencem a uma população transfronteiriça de cabra-montês, que em território nacional não ultrapassa os 50 indivíduos. Identificam-se duas subpopulações: a da Serra do Gerês, constituída por dois núcleos, e a da Serra Amarela. O aumento do número de indivíduos e a presença de crias confirmam a reprodução na Natureza dos exemplares reintroduzidos.




publicado por ermalemfotos às 12:47
editado por AdminAnimaispt em 20/06/2011 às 13:05
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